quinta-feira, 1 de outubro de 2009
MEC cancela prova do Enem
A equipe do Ikwa está atualizando as novidades no na nossa Usina Ikwa. Para conferir as notícias do Enem e de outros assuntos relacionados à educação, clique aqui.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Balanço das avaliações dos cursos pelo MEC
Aproximadamente 30% dos cursos avaliados neste ano obtiveram resultados insatisfatórios, já que as notas ficaram em torno de 1 e 2 no CPC (Conceito Preliminar de Curso). O CPC é calculado com a nota do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e outros índices, como o corpo docente, projeto pedagógico e infraestrutura da instituição, em uma escala que vai de 1 a 5.
O MEC divulgou ontem, dia 3 de setembro, que um em cada quatro engenheiros formados no Brasil fizeram cursos ruins, ou seja, 6,3 mil dos 24,9 mil dos formados no ao passado se graduaram em cursos avaliados com notas baixas, 1 ou 2. No entanto, o engenharia eletrônica do ITA (Instituto de Tecnologia da Aeronáutica) obteve 485 pontos no CPC, a maior nota na avaliação do MEC. Já o curso de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas da Faculdade do Sul da Bahia em Teixeira de Freitas (BA) conseguiu apenas 28 pontos, a nota mais baixa da avaliação.
Em 2008, os 7.329 cursos avaliados no Enade foram história, geografia, filosofia, computação, ciências sociais, matemática, letras, física, química, biologia, arquitetura e urbanismo, pedagogia e engenharia. Cerca de 1.752 cursos tiveram notas baixas, sendo que 74% são de instituições privadas.
O MEC planeja fechar 2.500 vagas em 78 cursos com deficiências e os mal avaliados terão o vestibular suspenso. O Inep considera que 737 mil universitários fazem escolas ruins.
Por isso, sempre acompanhe a qualidade do ensino e da infraestrutura das instituições de ensino que oferecem os cursos que você tem interesse em fazer. Desta forma você ficará consciente das melhores avaliações e deverá levar esse critério em conta para escolher uma faculdade.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Novo currículo escolar para o Ensino Médio
A partir do ano que vem, escolas de todas as regiões do país receberão financiamento para transformar o atual currículo. A idéia inicial é que as primeiras instituições a implementarem a mudança sejam as 100 escolas com os piores resultados no ENEM, com a média de 36 pontos, de um total de 100.
No novo modelo, os conteúdos seriam divididos nos eixos de trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Outra novidade é que o aluno poderia escolher 20% da sua grade curricular, que poderá se compor de aulas extras de artes, esportes ou complementares aos conteúdos básicos de matemática, química, português, entre outros. Além disso, a carga horária deve aumentar de 2,4 mil para 3 mil horas.
De modo geral, a nova proposta visa estimular a leitura, a reflexão e uma atitude social ativa dos alunos perante o mundo e o mercado de trabalho. Além disso, outro objetivo é criar uma forma flexível e interdisciplinar de passar as matérias, sem as divisões entre disciplinas existente hoje, para incentivar os alunos a permanecerem na escola. Segundo O Estado de S. Paulo, as taxas de evasão do ensino médio são muito altas: 661 mil estudantes abandonaram a escola entre 2005 e 2007.
A medida será aplicada inicialmente em escolas públicas, mas deverá se estender a todas as instituições de nível médio. Nos próximos 40 dias, o MEC deverá definir o orçamento, a forma de financiamento e a nova estrutura curricular.
O que você acha da alteração? Vai ser ruim ou benéfica para os estudantes? Você considera que as escolas têm estrutura para ensinar com este novo modelo didático?
terça-feira, 16 de junho de 2009
Tudo sobre o Enem: da inscrição aos simulados

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano começaram ontem. Para participar, faça seu cadastro no site até o dia 17 de julho, para quem não terminou o ensino médio, e até o dia 19 de julho, para quem já concluiu. Preste atenção, confira seus dados e aguarde a mensagem de confirmação no seu e-mail. Imprima o comprovante de inscrição, o boleto bancário e pague a taxa de 35 reais em qualquer agência. Se for o caso, solicite a isenção da taxa. Os comprovantes estarão disponíveis até 24 de julho, para candidatos que não concluíram o ensino médio, e até dia 31 de julho, para os que já finalizaram a chamada educação básica.
A prova deste ano foi reformulada e será totalmente nova. Será dividida em dois dias, aplicada em 3 e 4 de outubro, somando 10 horas de duração, no total. Terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação. Uma boa opção, é treinar para se preparar bem para a prova. Para isso, fique de olho nos simulados.
O Sistema Anglo de Ensino divulgou um simulado que segue os novos moldes da prova, embora tenha apenas 100 questões. Para acessá-lo, clique aqui. Nos dias 29 e 30 de agosto será aplicada uma nova simulação, presencial. Na primeira prova compareceram mais de 70 mil estudantes de 140 cidades. O Objetivo criou um simuladão, com 200 questões, que está disponível na internet. Já o Sistema Uno também está oferecendo uma prova online, no entanto, ela está funcionando apenas no navegador Firefox, pelo menos nos testes feitos aqui na redação. Lembre-se: estas são apenas algumas dicas de modelos de prova para você se exercitar, já que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai publicar um simulado oficial, ainda sem data marcada.
Até agora 42 instituições, de um total de 55, confirmaram a utilização do Novo Enem. Para conhecer quais faculdades aderiram ao Enem, de que forma e para tirar outras dúvidas sobre a prova, acesse o site do Inep. Não deixe para a última hora para fazer sua inscrição, pois neste ano elas serão feitas somente pela internet e, em geral, nos últimos dias as páginas ficam sobrecarregadas, dificultando o acesso. No primeiro dia de inscrição, o Inep informou ter recebido mais de 90 mil inscrições por meio do site.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Fies vai aceitar trabalho como forma de pagamento
Pensando nisso, foi anunciado no dia 28 de maio, durante o lançamento do Plano Nacional de Formação dos Professores que os professores e médicos formados com subsídios do Programa de Financiamento Estudantil (Fies), criado em 1999, poderão pagar parte da dívida com trabalho. Os profissionais deverão trabalhar nas escolas públicas e no Programa Saúde da Família para abater 1% do valor total da dívida por mês trabalhado.
A iniciativa faz parte do programa federal que pretende formar 330 mil profissionais de educação básica nos próximos cinco anos. O objetivo com a medida é, segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, “interiorizar a mão de obra” e melhorar a distribuição dos médicos pelo país. Além disso, é possível que os antigos contratos sejam revistos, para que se enquadrem na redução dos juros dos contratos atuais, diminuindo a taxa de 9% para a média de 3,5% a 6,5%.
A proposta é válida apenas para alunos dos cursos de Medicina e de licenciaturas (letras, física, química, matemática, entre outros), o que restringe o número de beneficiários. Além disso, é necessário analisar com cuidado se este modelo de pagamento é viável para o estudante. Ele vai trabalhar para o abatimento da dívida sem receber salário, o que representa um problema, na medida em que eles são, em geral, oriundos de famílias com pouca renda e seus salários contribuiriam para o sustento da família. Ao mesmo tempo, é uma tentativa do Ministério da Educação de oferecer à população trabalho comunitário e, em certa medida, ajudar o recém-formado a abater o seu saldo negativo. Resta aguardar para verificar a qualidade deste projeto. A alteração assinada pelo presidente Lula está circulando desde meados do ano passado. Quem considerar interessante, pode correr atrás e participar assim que o projeto já estiver valendo.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Cremesp quer criar “exame da ordem” para médicos

Apenas os bacharéis que passam na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) podem atuar como advogados- os resultados da primeira fase do exame 2009 foram divulgados na terça-feira, dia 19.
Agora, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) quer adotar a mesma metodologia para garantir que somente os médicos aprovados obtenham a carteira profissional. A iniciativa foi lançada na ultima sexta-feira, junto com a publicação "Exame do Cremesp: uma contribuição para a avaliação do ensino médico". Este dossiê é resultado de uma avaliação, aplicada desde 2005, em alunos recém-formados em medicina. Os dados são preocupantes, já que a taxa de reprovação está crescendo. No ano passado, por exemplo, 679 estudantes participaram da prova e 61% não atingiram a nota mínima. Em especialidades como ginecologia, pediatria e clínica geral, os resultados ficaram, em média, entre 51%, 52% e 56 %, ou seja, abaixo dos 60 pontos considerados o mínimo de acertos para “passar na prova”- entre aspas, já que o exame é facultativo e os participantes podem excercer a profissão independente do resultado.
O objetivo de criar o “exame da ordem” é avaliar o nível de conhecimento destes alunos, e, consequentemente, das faculdades de medicina. Como em um efeito dominó, isso levaria, a médio pranzo, a formação de profissionais mais preparados, diminuindo o número médicos denunciados ao Cremesp. Outra medida que vai de encontro a isso é o “congelamento” da abertura de novas instituições de ensino de medicina, que já são em 176 em todo o país. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o Ministério da Educação também tem interesse em criar um processo seletivo para as residências médicas, período de especialização obrigatória para todos os estudantes se formarem na área. De acordo com o último levantamento do MEC, feito em 2008, 27 cursos de medicina não tinham condições de funcionar. Desde então, foram criadas uma série de medidas para obrigar as faculdades a se adequarem e, quem não cumpriu as regras, teve o curso fechado.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Tira-teima sobre o Enem 2009
As disciplinas abordadas pela prova do Enem terão pesos diferentes?
A prova do Enem trará quatro notas diferentes, uma para cada área do conhecimento avaliada. Não haverá diferenciação dos pesos. O que pode ocorrer é que, nos processos seletivos, as instituições utilizem pesos diferenciados entre as áreas para classificar os candidatos, de acordo com os cursos pleiteados.
As questões da prova terão pesos diferentes?
A nova prova do Enem será estruturada na metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI), que garante a comparabilidade das notas entre diferentes edições a partir da calibração do grau de dificuldade das questões. Dessa forma, diferentemente dos anos anteriores, as questões da prova do Enem serão distribuídas em graus diferenciados de complexidade. Isso significa que, no cálculo final da nota em cada área, as questões mais difíceis valem mais que as questões menos complexas.
Haverá questões regionais na prova do Enem?
Não. Nenhum exame do Inep/MEC contempla questões regionais. Todas as avaliações, como a Prova Brasil / Saeb, Enem etc., têm caráter nacional e devem garantir iguais condições de participação entre estudantes de qualquer lugar do País. Conteúdos regionais poderiam prejudicar estudantes entre as regiões diversas.
Divulgadas matrizes de referência para novo Enem
A matriz foi formulada com base nas quatro áreas de conhecimento do exame. Desta forma, o primeiro eixo avalia as linguagens, seja da língua portuguesa- e, a partir do ano que vem, de inglês e espanhol-, da matemática, como também o domínio de artes e ciência. Além disso, o estudante será cobrado pela sua compreensão a respeito dos processos históricos e fenômenos naturais. Outros focos estarão nas interpretações das chamadas situações-problema e na capacidade argumentativa do aluno. O último eixo foi pensado para identificar se o estudante está apto a elaborar propostas que possam ser aplicadas na prática.
Além destes eixos, cada área (Linguagens e Códigos, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas e suas respectivas tecnologias) têm uma matriz composta por uma série de competências a serem avaliadas. Estão listados ainda, no anexo do documento, os conhecimentos específicos de cada matéria, como física, biologia e química. Este documento será a base para o simulado e a prova do Enem, além de ser fundamental na elaboração do novo currículo do ensino médio.Para ver o documento na íntegra, clique aqui.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Enem duas vezes por ano
Além disso, foram definidas as matrizes, ou seja, os conteúdos gerais a serem cobrados no Enem. Segundo declaração de Fernando Haddad, ministro da Educação, a matriz de habilidades foi aprovada por unanimidade pela Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior). A idéia é que as questões exijam mais raciocínio para a compreensão dos fenômenos, dos processos históricos e suas conseqüências, além de conteúdos informativos, deixando de lado a memorização e as temidas pegadinhas. Segundo Fernando Haddad, "é inadmissível perguntar sobre data (...). Num momento de tensão extrema, o aluno pode não tem equilíbrio emocional para responder” (fonte: Portal G1). O documento deverá ser publicação até amanhã, sexta-feira, e estará disponível no site do MEC. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) também pretende publicar um simulado do novo modelo da prova, para facilitar a preparação dos estudantes. Porém, Haddad já adiantou que é possível que o modelo não tenha exatamente 200 questões, tal como a prova.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Novo Enem terá quatro formas de utilização
Além disso, foi criado um comitê de governança, composto de reitores e secretários estaduais para acompanhar a elaboração da prova e os impactos causados no currículo do ensino médio. A prova promete exigir mais conhecimentos de conteúdos específicos, raciocínio e capacidade de relacionar temas multidisciplinares para chegar às respostas. Isso porque o objetivo é misturar o atual Enem, que cobra interpretação de texto, lógica e linguagem com as questões específicas dos conteúdos dos vestibulares.
Ainda não é possível afirmar quais os verdadeiros impactos desta mudança, que será acompanhada de diversas outras, como as novidades nas provas da Fuvest e Unesp. Você, que é vestibulando neste ano, como está sentindo todas estas alterações e como está se preparando para as provas?
sexta-feira, 27 de março de 2009
Novos cursos tecnológicos são aprovados pelo MEC

Produção cultural, mecânica de precisão, biocombustíveis e agroecologia são os mais novos cursos tecnológicos reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC). O anúncio foi feito na última quarta-feira, dia 25, por Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional e tecnológica do MEC. A medida atualiza o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, lançado em 2006, que agora passa a reconhecer dez eixos tecnológicos e 102 cursos.
O que faz cada profissional?
Bom, o tecnólogo em Produção Cultural trabalha na produção e organização de projetos e eventos (shows, exposições, peças de teatro, produções audiovisuais, entre outros) de diversas naturezas, sejam eles esportivos, científicos e culturais. Por isso, é responsável por toda a pesquisa, captação de recursos, iniciativas de marketing e execução do projeto. Já o tecnólogo em Mecânica de Precisão é responsável por desenvolver e supervisionar sistemas mecânicos de precisão, fazendo desde o controle de qualidade da produção, até a aplicação de testes para análise dos produtos. O técnólogo em Biocombustíveis, por sua vez, atua em toda a cadeia produtiva de biocombustíveis e na comercialização dos produtos. Por fim, o técnólogo em Agroecologia trabalha na produção agropecuária, gerenciando sistemas, planejando a produção com ênfase na sustentabilidade e manejo ecológico.
Perfil
A medida do MEC só enfatiza o crescimento dos cursos tecnológicos e técnicos e também o aumento desta demanda pelo mercado. Segundo um estudo da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT), 63% dos alunos aprovados nas Faculdades de Tecnologia de São Paulo (Fatecs) tem de 18 a 23 anos e cerca de 70% fizeram o ensino médio nas escolas da rede pública. Já nas Escolas Técnicas Estaduais de São Paulo (Etecs), a maioria dos alunos (52%) tem até 17 anos e 77% dos aprovados fizeram o ensino fundamental na rede pública. Tendo em vista estes dados, é possível compreender o motivo do Estaddo estar interessado em dobrar o número de Fatecs e inaugurar mais 43 unidades de Etecs, abrindo 33,5 mil novas vagas, até o final de 2010. Segundo a 1ª Pesquisa Nacional de Egressos, feita pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), 72% dos ex-alunos formados entre 2003 e 2007, estão no mercado de trabalho.
Fique de olho no Ikwa e aguarde novidades sobre estes cursos e sobre a situação dos profissionais formados em cursos de tecnologia e técnicos!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Jornalismo revisto
Vaga na USP
Quer trabalhar como professor titular na Universidade de São Paulo (USP)? Então, ap
roveite a chance. A Escola de Comunicações e Artes (ECA) abriu concurso para a contratação de um professor titular na área de Comunicação e Educação. O processo de seleção inclui prova de erudição, prova pública de arguição e avaliação de um memorial circunstanciado com comprovação das atividades realizadas, trabalhos publicados e títulos obtidos. O salário é de R$ 9.092,35 para o Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa, com 40 horas semanais. Acesse www.usp.br/drh e tire suas dúvidas! As inscrições vão até o dia 03 de julho.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Fuja da mesmice!
Se você acha que os cursos de Administração e Direito ainda estão no topo das carreiras mais procuradas pelos estudantes de todo o país no momento da escolha por uma profissão, acertou. Dados divulgados ontem pelo Censo da Educação 2007 do Ministério da Educação (MEC) comprovam essa tendência: 798.755 alunos estavam matriculados no curso de Administração; Direito aparece com 613.950. O curso de Pedagogia ficou em terceiro lugar, com 335.180, seguido por Engenharia, com 314.192 matriculados. O censo do MEC também revelou que menos da metade dos estudantes chegam a concluir o ensino superior na área escolhida. No curso de Administração, por exemplo, são apenas 120.562 alunos. O MEC ainda revelou um aumento no número de matrículas de 2006 para 2007 nos chamados cursos tecnológicos. Com menor tempo de duração, os tecnológicos transformaram-se numa boa opção para os que querem entrar no mercado de trabalho mais rápido.Na contramão da maioria das carreiras consideradas clássicas, surgem novas opções que unem o prazer de atividades antes consideradas como hobby e que agora passam a ser procuradas e valorizadas pelo mercado de trabalho. Já pensou em transformar o gosto por café em um meio de vida? Então, o seu caminho pode ser o de Barista. Há universidades que oferecem outras graduações não convencionais, como por exemplo o curso de Jogos Digitais da PUC-SP. E a lista de opções não pára por aí: Blogueiro, Ecoturismo, Quiropraxista, Sommelier, Fruticultura, Limnologia, Oftálmica, Tecnologia Assistiva e Visagismo são apenas algumas das muitas ocupações que você pode ter durante sua vida profissional. Acesse o Ikwa e descubra mais sobre estas e outras profissões!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Médicos preferem ficar nas regiões Sul e Sudeste

Você sabia que em 2007 havia um médico para cada 275 habitantes no Rio de Janeiro? E um para cada 400 paulistas? Se você acha que esta é uma cobertura boa para a população e que esta é a realidade em outros estados, então você está totalmente enganado. Neste mesmo período, a proporção de médicos por habitante no Maranhão, por exemplo, era de um para cada 1,5 mil. Pois é, e mais de 400 municípios do país não tem nem um único médico para atender a população local.
Estes são dados coletados e analisados na tese de doutorado de Romulo Maciel Filho, defendida em 2007, no Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A tese do pesquisador agora deu origem ao livro Rumo ao interior: médicos, saúde da família e mercado de trabalho, escrito com Maria Alice Fernandes Branco. Os autores identificaram que há uma centralização de serviços de saúde, mercado de trabalho e instituições de ensino nas regiões economicamente mais favorecidas do Brasil. Segundo os autores, há 140 faculdades de medicina no país, sendo que 70% se localizam nas regiões Sul e Sudeste, criando uma deficiência de profissionais no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.
Novidades do MEC
Na última quinta-feira, o Ministério da Educação suspendeu o funcionamento dos cursos de medicina da Universidade Severino Sombra e do Centro de Ensino Superior de Valença, até que as instituições regularizem-se perante o Ministério. Além disso, a Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) precisa diminuir o número de vagas de 80 para 50. A medida é resultado do relatório que pesquisou de agosto a dezembro de 2008, os 17 cursos que tiveram conceitos 1 e 2 no Enade e no IDD (Indicador de Diferença Entre os Desempenhos Observado e Esperado).
As instituições apontadas como problemáticas no ano passado, caso da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Universidade Iguaçu (UNIG) e a Universidade de Marília (Unimar), já estão se movimentando para solucionar as queixas do MEC em relação aos documentos e números de vagas. Se em seis meses as falhas não forem resolvidas, o curso é descredenciado.
O livro de Romulo e Maria Alice tentou levantar hipóteses para endender por que, mesmo com a garantia de um salário de quase 20 mil reais por mês, há poucos profissionais interessados em atuar em regiões como o Norte do país. A pesquisa pode contribuir para que o governo elabore novas políticas nacionais voltadas para melhor distribuir médicos e incentivar a formação de profissionais cada vez mais competentes. Para saber mais sobre o livro, clique aqui.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Odontologia na mira do MEC
Os cursos de medicina, pedagogia e direito estão sendo acompanhados de perto, desde o ano passado, pelo Ministério da Educação. Agora a “lista negra” do MEC de cursos que serão supervisionados cresceu. Segundo anúncio do ministro Fernando Haddad na abertura do Ciosp (Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo), a partir de agora os cursos de odontologia passarão por uma avaliação durante o semestre.
As entidades da classe profisssional se manifestaram a favor da medida, por considerarem importante acompanhar os conteúdos teóricos e práticos ensinados. Além disso, os órgãos representantes, que há mais de dez anos exigiam maior rigor na abertura de novos cursos, querem evitar que cursos de pós graduação- que, em geral, são muito caros- se alastrem e que os alunos terminem a faculdade com deficiências no ensino. Outro objetivo das entidades é inibir a abertura de instituições de ensino com pouca infra-estrutura. O Conselho Acadêmico de Odontologia do Estado de São Paulo divulgou um documento exigindo a suspensão de novas faculdades e, para as atualmente em funcionamento, maior fiscalização da qualificação dos docentes e da carga horária. Atualmente existem 188 cursos de odontologia no país, que formam cerca de 8 mil alunos por ano.
Depois disso, o MEC pretende fazer um estudo para verificar a necessidade de avaliar os cursos de enfermagem e jornalismo.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Mais Medicina!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Jornalismo sem diploma: você concorda?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Tecnologia a serviço da educação
Os professores do ensino médio e fundamental já podem contar com a ajuda da internet para tornar as aulas mais atrativas e fazer com que os alunos assimilem a matéria de forma mais dinâmica. Estamos falando do Portal do Professor, um site gratuito lançado pelo Ministério da Educação (MEC) que traz ferramentas para auxiliar os professores de todo o país. São mais de 1.500 recursos de som e imagem que incluem desde aulas, links para rádios e Tvs universitárias até comunidades, blogs e fóruns de discussão entre os profissionais da educação. Nele, o professor também pode fazer simulações de experiências em laboratórios virtuais, cursos oferecidos pelo MEC e aperfeiçoamento de videoaulas. Acesse e descubra mais sobre essa ferramenta!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
MEC reprova 31% do ensino superior

De cada dez instituições de ensino superior, avaliadadas pelo novo indicador de qualidade do MEC (Ministério da Educação), três têm nível inadequado (nota 1 ou 2), sendo que 96% das instituições com desempenho insatisfatório são da rede privada. O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) faz parte do primeiro ranking oficial de instituições superiores, apresentado em Brasília pelo ministro Fernando Haddad (Educação) nesta segunda-feira.
De todas as 1.448 instituições avaliadas, 454 delas (31%) obtiveram notas baixas. O primeiro lugar na avaliação é da Ebef (Escola Brasileira de Economia e Finanças), do Rio, que pertence à Fundação Getúlio Vargas. Considerando apenas as universidades, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) é a que obteve o melhor desempenho no levantamento. Instituições estaduais não são obrigadas a fazer as avaliações realizadas pelo Inep, por isso, USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) ficaram de fora da avaliação.
O novo ranking do MEC avalia o nível de aprendizado dos formandos nos três últimos Enades, a qualidade dos cursos de graduação e de pós, a titulação dos professores, a opinião dos alunos e a infra-estrutura. A pontuação do IGC varia de zero a 500, sendo que este resultado é enquadrado em faixas de 1 (as piores, com nota de 0 a 94) até 5 (as melhores, com nota 395 a 500). São consideradas insatisfatórias, as instituições que ficaram nas faixas 1 e 2.
O IGC será utilizado pelos fiscais do MEC que visitam as instituições periodicamente como um parâmetro para avaliar se elas têm condições de abrir novos cursos e se os cursos que já são oferecidos devem continuar funcionando.
Para ver o ranking completo, acesse o portal do MEC.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Cursos de graduação na mira do MEC
Atenção redobrada na hora de escolher uma faculdade para cursar o ensino superior. O último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade 2007, registrou 81 cursos de Direito e 35 de Odontologia considerados insatisfatórios. O conceito utilizado pelo Enade avalia o desempenho dos alunos ingressantes e concluintes com notas de 1 a 5, além dos resultados de graduações com o melhor Indicador de Diferença Entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD).
Em Odontologia, 173 cursos foram avaliados em todo os país. Os piores resultados foram observados no Estado de São Paulo, todos em faculdades particulares. O destaque ficou por conta das universidades públicas. Três atingiram o nível de excelência com nota 5 em todos os conceitos.
Já nos cursos de Direito, o Ministério da Educação (MEC) vai reduzir 49% das vagas oferecidas no país a partir de 2009. As instituições reprovadas assinaram um termo de saneamento de deficiências com medidas específicas para cada uma delas. Em julho de 2009, todos os cursos de Direito passarão por nova avaliação do Enade para verificar o cumprimento das exigências.
Confira todos os resultados no site do INEP.